terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Stiper - Acupuntura com adesivos de silício

Em vez de agulhas, adesivos de silício. A troca está ocorrendo nos consultórios de acupuntura. A técnica do stiper chegou ao Brasil há cerca de dois anos e hoje o país já fabrica as pastilhas aderentes, que estimulam os mesmos pontos de energia da terapia oriental.

As indicações são as mesmas reconhecidas pela Organização Mundial de Saúde para a acupuntura tradicional: estresse, ansiedade, dores crônicas, tensão pré-menstrual e gastrites, por exemplo.

Há três bons motivos para se trocarem as agulhas pelos adesivos ou para se complementar o tratamento: a sessão é indolor, mais rápida e a estimulação é prolongada, reduzindo o número de consultas à metade.

Os adesivos ficam no corpo do paciente de dois a cinco dias, estimulando os pontos durante todo este tempo. Outra vantagem é a redução dos riscos. Por não ser um tratamento invasivo, não há chances de infecção. A única contra-indicação é para os pacientes que têm histórico de alergia ao esparadrapo.

As pastilhas são produzidas com silício cristalizado (SiO2) e aglutinado com celulose vegetal, dois elementos naturais. O médico explica que o organismo tem 25% de silício em sua composição e reconhece a carga mineral presente nos adesivos. O silício funciona como um modulador. Ele absorve as energias desequilibradas, devolvendo-as para o organismo numa freqüência controlada e gradual.

FONTE: O Globo

Um comentário:

  1. OI TUDO BEM, GOSTARIA MUITO DE SABER ONDE COMPRO, ESTOU EM SÃO PAULO, SE VC SOUBER ME INDICAR UMA LOJA AGRADEÇO MUITO.

    ResponderExcluir